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Cultura Pop

3%: Primeira série brasileira da Netflix que já é sucesso internacional

Bellable Brasil

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Não é sempre que um produto tupiniquim vira febre ao redor do mundo, mas esse foi o caso de 3%. No dia 25 de novembro de 2016 estreava a série de ficção cientifica brasileira, e de certo ninguém esperava o sucesso mundial que a série tem alcançado nos últimos dois anos.

Aqui no Brasil o público segue polarizado. É fato que no país consumimos muito de produções internacionais e estamos acostumados com o jeito americanizado de produzir séries, e talvez isso explique um pouco do desinteresse do público brasileiro com a produção. No entanto os fãs que a série angariou pelo país a defendem veemente, e também pudera, a série desenvolvida por Pedro Aguilera apresenta uma trama diatópica envolvente e astuciosa.

Ninguém esperava que uma serie de tamanha qualidade e trama distópica, ainda por cima 100% brasileira, fosse bancada pela Netflix. O público brasileiro logo torceu o nariz, mas em pouco tempo a serie se tornou a segunda série mais maratonada de 2017 na plataforma. 3% mostrou a que veio logo na primeira temporada, o enredo é eletrizante e é possível se identificar com os personagens e seus dramas independente da nacionalidade do espectador.

A série se passa em um futuro distópico onde o mundo moderno entrou em colapso e planeta está assolado. No Brasil pós apocalíptico, as condições de vidas são escassas e sub-humanas onde falta praticamente tudo, chamado de Continente. A única maneira de fugir do Continente é passando pelo Processo ao completar 20 anos de idade¸ onde o indivíduo será testado de diversas formas para que consiga alcançar Mar Alto, lugar onde a vida é consideravelmente melhor e os recursos e possibilidades de ascensão numerosos, no entanto só 3% dos habitantes são selecionados.

O que parece um clichê pós apocalíptico é desconstruído logo nos primeiros episódios. A série recebeu diversas comparações com franquias já renomadas como Jogos Vorazes e Black Mirror, mas aos poucos foi deixando para trás a estigma e adentrando um pouco mais no dilema humano de seus personagens.  Enigmática e complexa, a série apostou certo em seus questionamentos sobre a sociedade.

Desde a sagração social, meritocracia, totalitarismo, miséria e desigualdade exorbitante, o tom crítico de 3% não deixa a desejar. As reflexões são igualmente adequadas ao nosso tempo, as quais fazem o espectador mergulhar nesse universo. No início da trama, o processo de seleção dos 3% parece perfeitamente justo. Ao longo do desenrolar do enredo central e aprofundamentos nos personagens o processo se mostra falho e corrupto, e nem sempre é possível delinear com clareza o conceito de vilões e mocinhos.

No meio disso temos a Causa. O grupo é formado por indivíduos com o interesse comum de derrubar o sistema. Vemos pessoas insatisfeitas com a forma abusiva de funcionamento social entrando em jogo para lutar pelo fim do sistema dominante, até mesmo se infiltrando no Processo de seleção.

Apesar dos questionamentos atuais ácidos e válidos para os dias de hoje, não podemos deixar de lado o olhar crítico sobre a realidade fantasiosa da série, que em alguns momentos possui certos exageros.

3% por cento conseguiu uma grande marca, extensamente vista fora do país, já é a série de língua não inglesa mais vista da Netflix. O levantamento feito pela gigante de streaming apontou que 3% foi a série de língua estrangeira mais assistida nos Estados Unidos, o fenômeno imediato fez com que a produção fosse confirmada para uma segunda temporada ainda no mesmo ano de seu lançamento na plataforma.

Atualmente a série foi renovada para uma terceira temporada, que está prevista para ser lançada em 2019. Vale a pena conferir.

Celebridades

Cantora IZA: Todo mundo está caidinho pela nova dona do pop brasileiro

Bellable Brasil

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O hit bomba nas rádios todos os dias e a letra está na boca de todos. É impossível não ceder ao charme e carisma da interprete do hit “pesadão”, que fez o Brasil inteiro cantar com ela. Dona de uma voz potente e um timbre maravilhoso, IZA conseguiu o seu lugar ao sol no disputado mercado da música brasileira e promete cada vez mais.

Jovem, negra, linda e talentosíssima, IZA foi a grande revelação do pop brasileiro no último ano. Seu nome é Isabela Lima, aos vinte e sete anos tem suas músicas estouradas nas rádios e plataformas de streaming no país. Cantora e compositora, IZA é formada em Publicidade e Propaganda pela Puc-rio e exerceu a profissão por algum tempo até seguir carreira musical.  

Natural da zona norte do Rio de Janeiro, viveu por anos no Rio Grande do Norte até retornar para sua cidade natal, Olaria, aos doze anos de idade. Filha de professora e um oficial da Marinha Mercante, cresceu em uma família de classe média e frequentou escolas particulares, sempre levou jeito para a música. A garota simpática que cantava na igreja e atraia olhares, dividiu o palco com CeeLo Green no Rock in Rio de 2017, e de lá pra cá sua carreira de só tem despontado em rumo ao estrelato.

A cantora carioca começou postando covers de músicas famosas em seu canal do Youtube, assim como Luan Santana, e logo os fãs foram surgindo. Seus vídeos de covers de fenômenos da música internacional já alcançaram milhões de visualizações, atraindo grandes oportunidades para sua carreira. A aposta oficial na trajetória de cantora surgiu em 2016 ao assinar com a gigante Warner Music, responsável por gerenciar grandes nomes do cenário nacional e internacional, e a gravadora não perdeu tempo. A Warner Music assinou com a cantora logo em um momento em que apostava em nomes novos para o seu catálogo de artistas, e não poderia ter sido em melhor hora.

Para se ter uma ideia, só o clipe do seu hit “pesadão” já alcançou uma marca surpreendente de 120 milhões de visualizações no youtube desde o seu lançamento. Além de ter conseguido despontar entre as 50 músicas mais tocadas em streaming e nas rádios no último ano, recebeu disco de platina triplo pelo hit em abril.

IZA reafirma suas origens no cenário do pop brasileiro e exibe como é importante a representatividade negra. A cantora mostra a importância da diversidade e o empoeiramento feminino, e tem plena consciência do que representa para os jovens negros na mídia. Suas letras inspiram confiança e reafirmam sua identidade, trazendo uma mensagem de amor próprio e emponderamento para os ouvintes.

Provando para que veio, IZA desfilou pela grife de Emicida e Evandro Fioti na São Paulo Fashion Week. A cantora subiu a passarela pela LAB e mostrou suas multifaces artísticas, provando que sua presença de palco também poderia arrasar na passarela. Em 2018 seu nome voltou a SPFW, onde os looks de seus clipes “ginga” e “pesadão” foram expostos para o público em caixas de acrílico.

Que 2018 é o ano da cantora, ninguém tem dúvida. Seu disco de estreia foi lançado no dia 27 de abril e ganhou o nome de “Dona de mim”, trazendo uma mistura de ritmos deliciosa e letras que grudam na cabeça. O disco também conta com participações  de cantores como Ivete Sangalo e Thiaguinho.

A voz excepcional e a figura feminina que IZA representa na mídia brasileira trouxe frescor ao pop e não há motivos para não se apaixonar pela popstar que só tem a acender cada vez mais ao sucesso.

 

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Cultura Pop

Anitta, a sensação brasileira que está dominando o mundo

Bellable Brasil

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Anitta - @annita - Instagram

Anitta, a cantora brasileira se tornou uma sensação internacional desde que chegou à fama nacional no Brasil em 2013, depois de lançar o single “Show das Poderosas“, que chegou ao topo da parada do Brasil Hot 100 Airplay.

A também compositora, atriz, dançarina e empresária é um fenômeno nas mídias sociais com mais de 30 milhões de seguidores no Instagram sozinho, milhões de visualizações em seus vídeos no Youtube e um artista popular no Spotify.

Anitta, em seu primeiro ano após assinar com a Warner Music, ela foi a cantora que mais permaneceu no topo do iTunes Brasil e foi eleita pelo mesmo artista do ano.

Ela também foi eleita pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como a revelação do ano na música em 2013. Ela foi três vezes vencedora como Melhor Artista Brasileira no MTV Europe Music Awards.
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Os dois primeiros singles de seu terceiro álbum Bang, “Deixa Ele Sofrer” e “Bang” chegaram ao topo da parada iTunes Brasil e também fizeram de Anitta a primeira cantora brasileira a ocupar o topo do Spotify Brasil.

Em 2017, ela foi escolhida pela Billboard como a 15ª artista mais influente do mundo em redes sociais.

Colaborou com os artistas Jota Quest e Nile Rodgers, Caetano Veloso, Gilberto Gil, J Balvin, Maluma, Simone e Simaria, Nego do Borel, Tyga, Major Lazer, DJ Alesso e outros.

Na TV ela julho de 2018 tem sido um dos técnicos do The Voice do México e em 2016 foi anfitriã na terceira temporada do programa Música Boa Ao Vivo do Multishow.

Desde 2017 a Anitta está em um processo de internacionalização de sua música lançando músicas em espanhol e inglês e assinando com Shot Studios nos Estados Unidos, um renomado produtor de novas mídias.

O melhor da Anitta, a maior exportação pop do Brasil, ainda está à frente.

As cores de Anitta

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Cultura Pop

Forbes: 10 atrizes de Hollywood mais bem pagas do mundo

Bellable Brasil

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Scarlett Johansson
Scarlett Johansson / @ScarlettJohansson - Instagram

São nomes conceituados no mundo no cinema e donas de fortunas de milhões. Como é habitual, a revista Forbes divulgou a lista as atrizes de Hollywood mais bem pagas do mundo entre junho de 2017 e junho de 2018.

Scarlett Johansson foi a atriz que mais faturou no último ano. Arrecadou 40,5 milhões de dólares, tornao-se uma das mulheres mais influentes da industria cinematográfica.

Em segundo e em terceiro lugar segue-se Angelina Jolie e Jennifer Anniston, respetivamente, com valores que rondam os 28 milhões de dólares.

1º – Scarlett Johansson – 40,5 milhões de dólares.

2º – Angelina Jolie – 28 milhões de dólares.

3º – Jennifer Aniston – 19,5 milhões de dólares.

4º – Jennifer Lawrence – 18,5 milhões de dólares.

5º – Reese Witherspoon – 16,5 milhões de dólares.

6º – Mila Kunis – 16 milhões de dólares.

7º – Julia Roberts – 13 milhões de dólares.

8º – Cate Blanchett – 12,5 milhões de dólares.

9º – Melissa McCarthy – 12 milhões de dólares.

10º – Gal Gadot – 10 milhoões de dólares.

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